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Mergulhar em Cabo Verde. Onde a viagem ainda é real

  • Foto do escritor: Cidade Velha Diving
    Cidade Velha Diving
  • 7 de jan.
  • 3 min de leitura

Atualizado: 13 de jan.

Estás a pensar em fazer uma viagem de mergulho e procuras algo diferente. Algo real. Algo que ainda não tenha sido transformado pelo turismo de massas?



Cabo Verde não é um destino massificado. Felizmente, ainda não é. E isso muda tudo.


Aqui o turismo de massas ainda não chegou. Continuas a encontrar um povo vivo, autêntico e quotidiano. Caminhas pelas ruas e cumprimentas, e és cumprimentado. Senta-te a conversar com os locais. Às vezes alguém convida-te para lanchar em sua casa. Não importa se não falam perfeitamente a tua língua, nem tu a deles. Importa a intenção. Importa o encontro.



Cidade Velha é um lugar pequeno, com alma. As pessoas locais ainda sentem curiosidade por quem chega. Há uma vontade genuína de partilhar a sua cultura. Não existe o cansaço do turismo saturado. Estão numa fase bonita. A do intercâmbio verdadeiro e da bondade para com quem vem conhecer a sua terra.


A ilha de Santiago é a mais diversa de Cabo Verde. Montanhas, vales verdes, costa selvagem e uma paisagem de origem vulcânica convivem num mesmo lugar. Natureza na sua expressão mais crua e autêntica.


Se já mergulhaste em destinos clássicos como Maldivas, Polinésia, Mar Vermelho ou Indonésia, vais notar a diferença desde o primeiro dia. Aqui não vens consumir um destino. Vens descobri-lo.



O mar de Cabo Verde continua muito virgem. Na ilha de Santiago não existem locais de mergulho marcados em mapas turísticos. Muitos foram descobertos pouco a pouco. A mergulhar. A ouvir pescadores. A seguir histórias transmitidas por pais e avós. Depois entramos na água e surgem âncoras antigas, formações vulcânicas, grutas e uma vida marinha intacta.



Não é apenas o que vês debaixo de água. É a forma como chegas a esses locais. O processo importa.

A vida marinha é rica e diversa. Tartarugas. Garoupas. Moreias. Peixes-trombeta. Raias e mantas. Vários tipos de tubarões. Em certas épocas, até baleias. Para quem gosta de detalhe, macro cheio de nudibrânquios e esponjas coloridas. Tudo num ambiente pouco intervencionado e tranquilo.


Esta não é mais uma viagem de mergulho. É uma viagem com coração. Um lugar que te mexe por dentro. Se procuras autenticidade real, este lugar é para ti.



Além disso, não tens de organizar nada sozinho. Ajudamos-te com tudo para que vivas Cabo Verde da forma mais local possível. Alojamento na vila. Mergulhos adaptados ao teu nível. Tours pela ilha. Transfers. Experiências culturais. Sempre a priorizar serviços locais e uma forma de viajar consciente e próxima.


Já organizámos várias viagens assim. Ver as pessoas partirem felizes e profundamente tocadas pela experiência confirma algo muito claro. Este tipo de viagem não é para todos. É para quem procura algo diferente.



Este ano damos um passo mais. Lançamos retiros de yoga e mergulho.


Tony, cofundador da Cidade Velha Diving e instrutor de mergulho com uma trajetória muito reconhecida, profundamente querido tanto na vila de Cidade Velha como em Espanha e noutros pontos do mundo, será quem lidera a parte de mergulho destes retiros. A sua forma de ensinar, próxima, segura e humana, marcou centenas de pessoas ao longo dos anos.


Ao seu lado, Leslie, também cofundadora do centro e professora de yoga, acompanha a experiência a partir do plano espiritual e da consciência corporal. Juntos oferecemos retiros tanto para pessoas já certificadas em mergulho como para quem deseja certificar-se aqui, vivendo o processo com calma e presença.


Yoga uma ou duas vezes por dia.

Mergulho consciente.

Respiração, Presença, Calma.


O yoga ajuda-te a relaxar, a respirar melhor e a estar mais presente. Isso nota-se debaixo de água. Mergulhas com mais controlo e desfrutas cada imersão de forma mais profunda.


Se sentes que uma viagem assim te chama, provavelmente não é por acaso.


Cabo Verde espera-te. E nós também te esperamos de braços abertos.

 
 
 

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